quinta-feira, 28 de abril de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
PENSAMENTOO
Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você. Jean Paul Sartre
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Dia desses ao conversar com amigos, surgiu uma discussão à respeito de porque nas adversidades surgem os poetas e escritores? Fiquei meditativo! Pensei comigo que de uma maneira geral cada pessoa tem seu modo de reagir aos reveses da vida, os pessimistas de maneira geral ficam de mal com a vida e com o mundo, fazem loucuras como aquelas que vemos todos os dias nos telejornais e assim por diante. Já os otimistas (categoria na qual me encaixo) preferem transformar a dor e as adversidades em prosa e poesia, não se deixam limitar por eles, nem se vangloriam pelos pequenos momentos de vitória, os vê como de fato são, impostores! Na verdade busca aprender na derrota, a fim de melhorar-se como pessoa e não se deixa cegar pelo brilho ilusório dos pequenos momentos de felicidade, mas, buscar a partir destes dois fatores edificar algo mais forte e verdadeiro. Portanto, o otimista não se deixa abater, junta os pedaços e segue em frente, são estes os que escrevem as prosas e as poesias e as utilizam como meio de seguir em frente! Transformam a dor em flor e os júbilos momentâneos em pequenas gotas de orvalho que como tal devem ao seu turno desabrocharem fazendo a flor se abrir para a vida e o orvalho desaparecer aos primeiros raios luminosos e quentes do sol.
Dia desses ao conversar com amigos, surgiu uma discussão à respeito de porque nas adversidades surgem os poetas e escritores? Fiquei meditativo! Pensei comigo que de uma maneira geral cada pessoa tem seu modo de reagir aos reveses da vida, os pessimistas de maneira geral ficam de mal com a vida e com o mundo, fazem loucuras como aquelas que vemos todos os dias nos telejornais e assim por diante. Já os otimistas (categoria na qual me encaixo) preferem transformar a dor e as adversidades em prosa e poesia, não se deixam limitar por eles, nem se vangloriam pelos pequenos momentos de vitória, os vê como de fato são, impostores! Na verdade busca aprender na derrota, a fim de melhorar-se como pessoa e não se deixa cegar pelo brilho ilusório dos pequenos momentos de felicidade, mas, buscar a partir destes dois fatores edificar algo mais forte e verdadeiro. Portanto, o otimista não se deixa abater, junta os pedaços e segue em frente, são estes os que escrevem as prosas e as poesias e as utilizam como meio de seguir em frente! Transformam a dor em flor e os júbilos momentâneos em pequenas gotas de orvalho que como tal devem ao seu turno desabrocharem fazendo a flor se abrir para a vida e o orvalho desaparecer aos primeiros raios luminosos e quentes do sol.sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Por que somos (quase todos) monógamos?
Por Marianne English
Terça, 22 de fevereiro de 2011

Ao longo dos anos, pesquisadores tentaram explicar a monogamia estudando a atração entre os sexos. Mas na tentativa de descobrir como as pessoas mantêm os relacionamentos, alguns pesquisadores procuram pistas mais sutis – literalmente.
Em um estudo recente, publicado no Journal of Experimental Social Psychology, pesquisadores da Universidade Estadual da Flórida analisaram como a condição de um relacionamento influenciou a atração de homens por uma mulher durante seu ciclo menstrual.
Os cientistas descobriram que homens solteiros consideravam uma mulher mais atraente no pico de sua ovulação, o que era de se esperar já que está em seu momento mais fértil. Por outro lado, homens em um relacionamento sério se comportaram de forma oposta, considerando a mulher menos atraente no auge de seu período fértil.
Apesar de se acreditar que as mulheres ocultem habilmente seus ciclos ovulatórios, alguns estudos sugerem que talvez este não seja o caso. Durante a ovulação, as vozes e a aparência das mulheres podem parecer mais atraentes aos homens.
O estudo durou três meses e testou as percepções de 38 homens em idade universitária – doze dos quais alegaram estar em um relacionamento. Os sujeitos interagiram com uma mulher de 21 anos que não sabia quais homens eram comprometidos. Repetidamente, os participantes classificavam a atratividade da garota em diferentes estágios de seu ciclo menstrual.
Para assegurar que os participantes não fossem influenciados pelo flerte ou odores não naturais, os pesquisadores orientaram a mulher a usar sempre as mesmas roupas modestas, ensinaram a ela como manter interações neutras com todos os homens, pediram que usasse produtos de higiene inodoros e que suspendesse o uso de perfumes e desodorantes durante o experimento.
Depois de examinar seus dados, os pesquisadores descobriram que homens comprometidos consideraram a mulher menos atraente repetidas vezes durante a ovulação. Mas por quê?
Os autores acreditam que pessoas comprometidas são mais propensas a reduzir inconscientemente os pensamentos tentadores. Os pesquisadores chamam estas tendências de "estratégias de manutenção de relacionamento”, onde minimizamos a atratividade de pessoas que poderiam nos tentar a “pular a cerca”.
Em termos gerais, isso ajudaria os casais a permanecerem juntos. Tanto homens como mulheres colhem os benefícios reprodutivos da monogamia ao evitar a aproximação de intrusos. Mas estas estratégias de manutenção podem não superar a tentação se houver ciúme, outro estudo sugere.
Os autores admitem que as descobertas não se aplicam necessariamente à percepção da ovulação em mulheres que os homens já conhecem, o que poder dar lugar a outro intrigante estudo no futuro.
Brand X Pictures/Thinkstock
Terça, 22 de fevereiro de 2011
Ao longo dos anos, pesquisadores tentaram explicar a monogamia estudando a atração entre os sexos. Mas na tentativa de descobrir como as pessoas mantêm os relacionamentos, alguns pesquisadores procuram pistas mais sutis – literalmente.
Em um estudo recente, publicado no Journal of Experimental Social Psychology, pesquisadores da Universidade Estadual da Flórida analisaram como a condição de um relacionamento influenciou a atração de homens por uma mulher durante seu ciclo menstrual.
Os cientistas descobriram que homens solteiros consideravam uma mulher mais atraente no pico de sua ovulação, o que era de se esperar já que está em seu momento mais fértil. Por outro lado, homens em um relacionamento sério se comportaram de forma oposta, considerando a mulher menos atraente no auge de seu período fértil.
Apesar de se acreditar que as mulheres ocultem habilmente seus ciclos ovulatórios, alguns estudos sugerem que talvez este não seja o caso. Durante a ovulação, as vozes e a aparência das mulheres podem parecer mais atraentes aos homens.
O estudo durou três meses e testou as percepções de 38 homens em idade universitária – doze dos quais alegaram estar em um relacionamento. Os sujeitos interagiram com uma mulher de 21 anos que não sabia quais homens eram comprometidos. Repetidamente, os participantes classificavam a atratividade da garota em diferentes estágios de seu ciclo menstrual.
Para assegurar que os participantes não fossem influenciados pelo flerte ou odores não naturais, os pesquisadores orientaram a mulher a usar sempre as mesmas roupas modestas, ensinaram a ela como manter interações neutras com todos os homens, pediram que usasse produtos de higiene inodoros e que suspendesse o uso de perfumes e desodorantes durante o experimento.
Depois de examinar seus dados, os pesquisadores descobriram que homens comprometidos consideraram a mulher menos atraente repetidas vezes durante a ovulação. Mas por quê?
Os autores acreditam que pessoas comprometidas são mais propensas a reduzir inconscientemente os pensamentos tentadores. Os pesquisadores chamam estas tendências de "estratégias de manutenção de relacionamento”, onde minimizamos a atratividade de pessoas que poderiam nos tentar a “pular a cerca”.
Em termos gerais, isso ajudaria os casais a permanecerem juntos. Tanto homens como mulheres colhem os benefícios reprodutivos da monogamia ao evitar a aproximação de intrusos. Mas estas estratégias de manutenção podem não superar a tentação se houver ciúme, outro estudo sugere.
Os autores admitem que as descobertas não se aplicam necessariamente à percepção da ovulação em mulheres que os homens já conhecem, o que poder dar lugar a outro intrigante estudo no futuro.
Brand X Pictures/Thinkstock
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